
Um terreno ao lado da sede do Tribunal de Contas, onde havia funcionado um clube, cujo prédio estava parcialmente demolido, chamava a atenção do conselheiro Fábio Nogueira. Nas suas idas e vindas à Corte, além do aspecto feio e sujo, outras questões alimentavam sua preocupação: a segurança e a proliferação de insetos e roedores.
Buscando conhecer a propriedade, o conselheiro Fábio Nogueira descobriu que o terreno, outrora doado a uma associação, havia sido vendido à iniciativa privada. Ao constatar que a venda contrariava aspectos legais, inclusive configurando um desvirtuamento da finalidade, decidiu acionar o Governo do Estado. A desapropriação e posterior doação ao TCE não tardou a se formalizar.
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