A governadora Rosalba Ciarlini se reuniu, nesta terça-feira, com representantes de entidades médicas nacionais.
Em pauta: a crise na saúde no Rio Grande do Norte.
Rosalba apresentou as ações que estão sendo realizadas pelo governo
dentro do plano de enfrentamento das urgências e emergências,
contempladas no Decreto de Calamidade.
A superlotação do Walfredo Gurgel foi a preocupação maior do
vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aluízio Tibiriçá,
e do representante da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), José
Murisset.
Rosalba justificou o caos no Walfredo com o fechamento de unidades de pronto atendimento do município de Natal, nas últimas duas semanas, a greve dos médicos que dura 150 dias, a escassez de leitos de clínica médica e a ausência da abertura dos leitos do Hospital Universitário Onofre Lopes.
Rosalba justificou o caos no Walfredo com o fechamento de unidades de pronto atendimento do município de Natal, nas últimas duas semanas, a greve dos médicos que dura 150 dias, a escassez de leitos de clínica médica e a ausência da abertura dos leitos do Hospital Universitário Onofre Lopes.
Aluízio Tibiriçá prometeu fazer um apelo ao Ministério da Saúde.
“O SUS vive uma crise em todo o Brasil, mesmo assim, acreditamos que o
Ministério da Saúde deve entrar diretamente na resolução dos
problemas”.
A governadora disse que o governo conversou com a direção do Onofre
Lopes, e ficou acertado que um convênio para abertura de leitos será
assinado esta semana.
E que o Estado está repassando R$ 3,6 milhões, dos R$ 23 milhões que
deve à Prefeitura de Natal, para que esta possa normalizar o pagamento
junto à Cooperativa dos Médicos e, dessa forma, voltar a funcionar os
hospitais conveniados com a Secretaria Municipal de Saúde de Natal.
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