Voz e voto para contribuir de forma efetiva na
elaboração de políticas públicas ambientais. Isso se tornou possível com
a realização da Conferência Nacional do Meio Ambiente, um fórum que fez
história ao tornar realidade o chamado empoderamento social aos
diferentes setores da sociedade que assumem sua responsabilidade com o
meio ambiente. Afinal, a definição de políticas públicas para um Brasil
sustentável depende de mudanças na forma de atuação das esferas
governamentais, do setor produtivo, das organizações da sociedade,
chegando ao cotidiano de cada cidadão.
Para isso, é preciso rever e ampliar a nossa noção de
desenvolvimento e entendê-lo como uma construção coletiva capaz de
gerar qualidade de vida nas dimensões ambiental, econômica, social,
cultural e ética.
Em suas edições, a conferência coloca para a
sociedade temas estratégicos para o País, que visam a conservação da
biodiversidade, da água, do clima e dos recursos energéticos, com vistas
ao desenvolvimento sustentável, levando em consideração que é possível
sim crescer sem degradar a natureza.
Vamos Cuidar do Brasil - Com este lema, a CNMA
convoca o Brasil para debater problemas e soluções, diretrizes, ações e
políticas públicas e é com a realização de conferências locais, que
podem ser municipais, regionais e estaduais, que grande parte dos atores
sociais podem participar da CNMA.
Da etapa estadual saem os delegados da Conferência
Nacional, o que constitui um processo de baixo para cima, respeitando
equidade de gênero, 30% de delegados do setor empresarial, 5% para povos
indígenas, 5% para comunidades tradicionais, 40% de ONGs e Movimentos
Sociais e 20% de representantes de governos.
Acima de tudo, a conferência é um instrumento de
Educação Ambiental e Democracia Participativa orientada pelas diretrizes
do MMA:
1 - Desenvolvimento Sustentável
2 - Transversalidade
3 - Fortalecimento do Sistema Nacional do Meio Ambiente
4 - Controle e participaçao Social
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