quarta-feira, 5 de maio de 2021

Ex-ministro Mandetta afirma que Brasil implementou medidas depois do leite derramado e que Bolsonaro tinha suas próprias ideias sobre a covid

              

Foto: JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADO – 04.05.2021

 

Em suas primeiras palavras na CPI da Covid, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta aproveitou para fazer uma retrospectiva da chegada do novo coronavírus ao Brasil e as respectivas ações do ministério sob sua gestão para enfrentar a covid-19. Na fala inicial, Mandetta buscou enfatizar uma atuação integrada entre os Poderes e os entes federativos quando a pasta da Saúde estava sob seu comando. “Defesa intransigente da vida, SUS como meio para atingir, e a ciência como elemento de decisão. Esses foram os três pilares”, disse.

Mandetta iniciou sua fala, com quase uma hora de atraso, explicando como chegaram ao ministério as primeiras informações, em janeiro de 2020, sobre uma doença que tinha início na China e que aos poucos ia se alastrando pelo mundo. Ele contou que chamou todos os poderes para explicar a importância do combate à pandemia de forma unida. “Porque esse vírus não ataca indivíduos, ele ataca a sociedade.”

O ex-ministro explicou ainda as primeiras ações da pasta para conter a propagação do vírus no Brasil e teve de ser interrompido, após 20 minutos, pelo presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), que preferiu abrir espaço para as perguntas.

Renan Calheiros, relator da CPI, perguntou a Mandetta se, durante sua gestão, a recomendação para procurar os sistemas de saúde apenas quando sentissem sintomas graves de covid foi um erro.

Mandetta afirmou que não é verdade essa recomendação, e que a afirmação é usada numa “guerra de narrativas”. Segundo ele, as pessoas procuravam os hospitais preocupadas no início de 2020 com outras doenças. “Eram casos de outros vírus. Em casos de virose, a recomendação é que você observe o estado de saúde e não vá imediatamente ao hospital porque aglomera. E lá, sim, um caso positivo vai infectar todo mundo na sala de espera.”

“Todas as nossas recomendações foram assertivas, levando em conta a ciência. Todas foram comprovadas pelo decorrer da doença.”

De acordo com Mandetta, o decorrer da pandemia mostrou que algumas ações do ministério foram paralisadas. Mais tarde ele disse que as testagens em massa foram abandonadas por seus sucessores na Saúde, o desenvolvimento da telemedicina como porta de entrada para o sistema, o plano de acompanhamento dos infectados e a orientação de uma pesquisa sobre a cloroquina que “o próximo ministro fez uma portaria mesmo sem ter os resultados”.

Ele citou que sua gestão estimulou o uso de máscaras e o distanciamento, assim como pediu para as pessoas ficarem em casa. Mandetta citou ainda o esforço para obter respiradores e leitos de UTI para evitarem o colapso do sistema de Saúde.

Mandetta elogiou o SUS (Sistema Único de Saúde) e disse que ele é o melhor local para se imunizar a população. “Mas é preciso ter a vacina.”

Leite derramado

Ao falar sobre as medidas do governo para reduzir a transmissão da covid no país, Mandetta afirmou que sempre foram implementadas com atraso, sobretudo determinações de quarentena e lockdown. “Em relação a lockdown, o Brasil não fez nenhum lockdown. O Brasil implementou medidas depois do leite derramado, depois que a gente diz: ‘Vai entrar em colapso o sistema de saúde’. Então fecha. ‘Vai acabar o remédio.’ Então fecha”, disse o ex-ministro. “A gente foi sempre um passo atrás desse vírus.”

Resistência do presidente

Ele afirmou que a orientação de isolamento era essencial também no início da pandemia, mas faltou uma fala única do governo. “Nós fizemos as recomendações em três pilares: vamos preservar a vida, SUS e ciência. Eu vi vários que ficaram fora desse tripé.”

Questionado de onde partiu a resistência, ele disse que isso “ocorreu publicamente por vários atores”.

Ele afirmou que discordava do presidente da República, Jair Bolsonaro. “Nunca discuti com o presidente. Nunca tive discussão áspera, mas sempre as coloquei [suas discordâncias] de maneira muito clara.”

“Ali não era uma questão de diferenças políticas. Ali era um momento republicano.” Mandetta afirmou que conversava com governadores para que todos saíssem juntos da pandemia.

Mandetta afirmou que chegou a ficar constrangido com algumas situações e declarações feitas por Jair Bolsonaro. Como a defesa do medicamento cloroquina para doentes de covid-19.

“Nós seguíamos o que tínhamos de discutir, mas havia pelo lado do presidente uma outra visão, um outro caminho. Ele tinha suas próprias ideias. Não sei se vinham através de outros assessores. Era muito constrangedor ter que ficar explicando porque o ministério estava indo para um caminho e ele indo para o outro.”

O médico declarou que a cloroquina não poderia ser defendida se não houvesse a certeza dos benefícios e dos riscos que ela oferecia. E garantiu que jamais, em sua gestão, o ministério sugeriu o uso do medicamento. “É falso que se não fizer bem, mal não faz”, explicou, fazendo referência a uma aspa usada algumas vezes por Bolsonaro.

Mandetta contou que muitas vezes Bolsonaro chegou a concordar com suas recomendações, mas “dois a três dias depois, ele agia de forma diferente, como se não tivesse entendido o que eu falava”.

De acordo com o ex-ministro, Bolsonaro deveria ter outra fonte, algum consultor, que dava a ele recomendações que não tinham a ver com o que sugeria seu ministério ou a OMS (Organização Mundial de Saúde). “Ele falava na cloroquina, falou em isolamento vertical, que nós não éramos favoráveis.”

Isolamento vertical é a estratégia, bastante defendida no início da pandemia, de deixar em casa apenas os grupos de risco: idosos e pessoas com comorbidades.

Mandetta reclamou que fez reunião com Bolsonaro nas quais seu filho, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos), estava tomando notas. Citou ainda a tentativa do governo de mudar a bula da cloroquina para citá-la como tratamento da covid. “Eu imagino que fora do Ministério da Saúde ele (Bolsonaro) conseguiu alguns aconselhamenos que os pautavam na pandemia.”

O médico, que é formado em ortopedia, disse que não sabe dizer de quem foi a ideia de mudar a bula da cloroquina.

Mandetta denunciou que por trás de médicos que defendem tratamentos com remédios sem eficácia há grandes interesses comerciais por trás. Ele afirmou que há profissionais que atendem virtualmente 50 pessoas por dias e ganham dinheiro com isso. “Tem que ter muito cuidado, a gente está lidando com a boa fé das pessoas.”

“Enquanto eu estive no Ministério da Saúde eu fiquei em cima do que é científico, rezando para que alguma coisa funcionasse. Rezei até para a cloroquina funcionar.”

Relação com a China

O depoente citou ainda a dificuldade que teve de enfrentar com a China por causa da má vontade com o país de integrantes do governo, como o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e dos filhos do presidente Bolsonaro.

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), questionou o ex-ministro se houve pressão, por parte de Bolsonaro, contra medidas de combate à proliferação da covid-19,: isolamento e quarentena. Mandetta negou.

“Não. {O ministério] Foi confrontado publicamente, e isso dava uma informação dúbia a sociedade. Nosso objetivo era dar uma informação e o presidente, outra. Mas diretamente a mim somente com os atos que ele executava”, disse.

O ex-ministro da Saúde assumiu, ainda, que o país poderia estar numa situação melhor que a atual. “O SUS podia mais. Poderíamos ter feito muito mais, poderíamos ter começado a vacinação em novembro.”

Carta a Bolsonaro

Em carta enviada a Bolsonaro, Mandetta afirmou que recomendou expressamente que “a presidência da República reveja posicionamento adotado acompanhando as recomendações do Ministério da Saúde, uma vez que a adoção de medidas em sentido contrário poderá gerar colapso do sistema de saúde e gravíssimas consequências da saúde da população brasileira”.

“Tudo o que eu podia fazer, nos termos de orientar, foi feito. Agora, ele tinha provavelmente outras pessoas falando que o ministro da saúde está errado, vá por esse caminho. É uma decisão dele”, completou.

O ex-ministro relembrou uma visita que fez com o presidente Bolsonaro em Águas Lindas (GO) em um hospital de campanha contra a covid-19.

“O combinado era chegar, olhar, o público bem separado, mas na hora que o helicóptero olhou e viu que o público estava na beirada, ele desceu do helicóptero e subiu a rampa e foi até as pessoas. Aí eu fui até a comitiva do governador Caiado. Quando ele volta de lá, vai em direção para dar um abraça ao governador Caiado e fala essa frase em tom de brincadeira: ah, vamos contaminar logo todo mundo. Mas o governador Caiado sacou muito rápido um frasco de um álcool em gel, cruzou em suas mãos e ainda passou um pouco nas mãos do presidente para dar aquela certa sensação ali. Foi uma coisa pontual”, contou.

Na época de sua demissão, Mandeta foi flagrado ao abraçar uma funcionária do ministério. O vídeo mostra imagens dos servidores se despedindo do então ministro. Questionado se foi um equívoco, respondeu que “não deveria (ter dado o abraço), mas era muita emoção naquele momento. Era uma equipe muito unida”, disse.

O senador governista Eduardo Girão (Podemos-CE) questionou o ex-ministro sobre remédios sem comprovação científica, como cloroquina e ivermectina, e se ele tem remorso por não ter deliberado sobre os medicamentos no tratamento contra a covid-19. Pouco depois, Marcos Rogério (PDT-RO), outro da tropa de choque do governo, fez praticamente a mesma pergunta.

“Aqui é ciência, aqui é estudo. Eu jamais na minha vida tomei decisões sem estudar. Nessa situação, que você tem uma doença que ainda não está determinada, a gente tem que acreditar nas bases de seu estudo. A base da medicina é ramo da filosofia, ali, diz que sem diagnóstico, não há tratamento. Não pode risco sem benefício. Do mesmo modo que bate na tecla da cloroquina, existe por exemplo pessoas que preconizam ivermectina, também sem fundamento cientifico”, alegou Mandetta.

Colapso em Manaus

Em resposta ao senador Eduardo Braga (MDB-AM), Mandetta afirmou que faltaram fiscais da vigilância sanitária em aeroportos do Brasil para evitar a entrada do vírus pelo espaço aéreo. A coordenação desse trabalho fica a cargo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O ex-ministro opinou que o colapso em Manaus, capital do Amazonas, que chegou a ficar sem oxigênio no início de 2021, ocorreu por problemas na gestão estadual e municipal, mas não por falta de dinheiro.

 

R7

Vítima do covid-19: Morre o ator e humorista Paulo Gustavo

                       

                     Foto: Reprodução

 

Acaba de morrer, no hospital Copa Star, no Rio de Janeiro, o ator e humorista Paulo Gustavo.

Ele estava internado desde 13 de março com quadro de Covid-19.

 

Lauro Jardim, O Globo

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Bento Fernandes: Aulas Não Presenciais na Rede de Ensino acontecendo, fortalecendo a parceria Família e Escola

 

Não tem sido fáceis os dias para toda a comunidade escolar devido a pandemia provocando o isolamento social e os cuidados no meio social e escolar. Em Bento Fernandes a Secretaria de Educação - Gestor Jacson Dantas em conjunto com as escolas e todos os profissionais tem feito os passos para alcançar o alunado em atividades não presenciais.
A gestão municipal através do gestor Júnior Marques e Equipe da SEMED trabalha com as possibilidades de aulas remotas por grupos sociais e as coletâneas que tem sido um meio de mediar a relação ensino e aprendizagem em tempos de limitação de mobilidade socioeducacional.
O trabalho tem sido feito desde 2020 e tem se propagado nesses primeiros meses de 2021. O trabalho é uma colaboração para diminuir o distanciamento entre família e escola. A família tem colaborado em bom percentual da inserção nesse momento de limitações. 
As famílias recortam os momentos através de imagens e vídeos, conforme o painel demonstrativo de alunos da rede de ensino público em Bento Fernandes.

Hoteis, pousadas e casas para locação em Serra de São Bento tem sido refúgio de natalenses nos fins de semana da pandemia

 Em tempos de toque de recolher, com limite de horários de bares e restaurantes, as pessoas tem se mudado nos fins de semana para praias e cidades serranas.

Quem tem casa, leva amigos para os fins de semana, e quem não tem, lota as pousadas.

Em Serra de São Bento não é fácil conseguir reservas nos hoteis e pousadas.

A Vila Feliz, condomínio de chalés que está sendo construído pelo casal Marluce e Eduardo Vila, já tem 3 casas concluídas com com todos os finais de semanas de
maio e quase todos de junho reservados.

domingo, 2 de maio de 2021

Ex-técnico de ABC e América é internado com Covid

 20210502140941QsASi8 Ex-técnico de ABC e América é internado com Covid

O CRB informou na manhã deste domingo (2) que o técnico Roberto Fernandes, que teve passagens por ABC e América-RN, foi internado em um hospital de Maceió no último sábado (1). Ontem, CRB e CSA se enfrentaram pelo Campeonato Alagoano, ambos com seus técnicos em isolamento, já que Bruno Pivetti, do Azulão, também testou positivo. O clássico foi vencido pelo CSA, por 1 x 0.

Na segunda-feira (26), o CRB havia informado o resultado do teste de Roberto Fernandes, acrescentando que o técnico já estava em isolamento e recebendo tratamento para a doença. Ainda segundo o clube, o técnico passou a semana em casa, mas realizou trabalhos de forma on-line com a equipe técnica e contribuiu com a tática da partida contra o CSA.

Roberto Fernandes está internado no hospital Santa Casa e ainda não tem previsão de alta.

Além de Roberto Fernandes, o Galo teve outros casos de infecção pela covid-19 dentro do seu elenco. No meio de abril, o goleiro Edson Mardden e o lateral-esquerdo Guilherme Romão também testaram positivo. No último dia 18, o volante Olívio já havia sido confirmado com a doença e deve voltar a campo no começo deste mês.

RN terá mais 114.570 doses de vacinas contra a Covid-19 recebidas entre sexta e segunda

 

O Rio Grande do Norte terá recebido até segunda-feira (3), mais 114.570 doses de vacinas contra a covid-19 que começaram a ser enviadas pelo Ministério da Saúde na sexta-feira (30/4), quando chegaram em solo potiguar 5.800 doses de Coronavac.

Chegarão ainda a primeira remessa do imunizante da Pfizer, com 7.020 doses, prevista para aterrissar às 15h05 deste domingo (2) e outras 101.750 doses da vacina de Oxford/AstraZeneca cuja previsão de chegada é na segunda-feira (3).

Mossoró vacina pessoas com comorbidades e síndrome de down

                                  

              Foto: reprodução

 

A Prefeitura de Mossoró vacinou no feriado deste sábado (1), Dia do Trabalho, pessoas com diversos tipos de comorbidades, obedecendo a norma técnica do Ministério da Saúde, tais como Diabetes Melitus, Pneumopatias crônicas graves, Hipertensão Arterial, Doenças Cardiovasculares, Doença Cerebrovascular, Imunossuprimidos, Anemia Falciforme e Obesidade mórbida, além, em especial, dos portadores de síndrome de down com 18 anos acima, com pontos de vacinação no SESI e nas UBs e com uma grande estrutura de servidores e de voluntários.

De acordo com o prefeito Allyson Bezerra, “dentre todas as recentes conquistas do nosso programa #MossoróVacina, esta etapa foi uma das que mais me emocionaram, pelo simbolismo que ela representa, de amigos especiais como o Lucas”.

Globo vence o América/RN e conquista o 1º turno do Campeonato Potiguar

                          

      Foto: reprodução/YouTube Band RN

 

Com dois gols marcados logo no início do segundo tempo, o Globo venceu o América/RN e conquistou a Copa Cidade do Natal, o 1º turno do Campeonato Potiguar 2021 em partida realizada na tarde deste domingo (2), na Arena das Dunas.

Negueba abriu o placar as 3 minutos da segunda etapa e Leozinho ampliou logo em seguida aos 5 minutos. O alvirrubro jogava pelo empate para ser o campeão.

O Globo já tem vaga garantida na finalíssima do Campeonato Potiguar 2021.

 

BG

Covid-19: Chegam ao Brasil 3,8 milhões de doses da vacina AstraZeneca do Consórcio Covax Facility

                                       

      Foto: reprodução/TV Brasil

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Gross, receberam hoje (2), em Guarulhos, São Paulo, 3,8 milhões de doses da vacina AstraZeneca, adquiridas pelo governo brasileiro por meio do consórcio Covax Facility.

O Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS) que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 e garantir acesso igualitário à imunização.

Ontem (1º), outro voo entregou 220 mil doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca. Com esses últimos desembarques, completam-se os 4 milhões de doses previstos para maio, anunciados pelo Ministério da Saúde. O Brasil tem direito a 10,5 milhões de doses do consórcio.

 

Agência Brasil

Com câncer, Bruno Covas decide se licenciar do cargo de prefeito de São Paulo

                                  Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo

 

Com câncer no sistema digestivo, Bruno Covas (PSDB) irá se licenciar do cargo de prefeito de São Paulo por 30 dias para realizar o tratamento contra a doença. A informação foi confirmada à CNN pelo vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB).

Em nota, a prefeitura de São Paulo afirmou que o tucano precisará se dedicar integralmente ao tratamento de novos focos da doença, o que “não será compatível com as suas responsabilidades e compromisso com a cidade e os paulistanos”.  O ofício com o pedido de afastamento será enviado nesta segunda-feira (3).

Para a mudança da chefia da capital, é preciso que seja aprovado um projeto de lei na Câmara Municipal de São Paulo. Ricardo Nunes afirmou que enviará ao presidente da Casa, Milton Leite (DEM), o pedido para que a licença de 30 dias de Covas seja a partir de terça-feira (4).

Nunes disse que conversou com o prefeito Bruno Covas, que informou estar seguindo uma orientação médica para que fique em repouso.

Tratamento e internação

Na última terça-feira (27), Bruno Covas, que tem 40 anos, recebeu alta hospitalar após internação no hospital Sírio-Libanês. Segundo o boletim médico, ele recebeu tratamento quimioterápico e imunoterápico, ambos “bem tolerados”.

Com a liberação do hospital, Covas prossegue com aplicações dos tratamentos com duração de 48 horas a cada duas semanas, informou o boletim.

Em post feito no Instagram, Bruno Covas publicou o boletim médico de sua alta. “Partiu casa! Mais uma vitória entre muitas batalhas. Agradeço a todos pelas rezas, orações e pensamentos positivos. O tratamento continua. O carinho e força que recebi durante todos esses dias são essenciais para continuar lutando e acreditando”, escreveu na publicação.

Quando foi internado pela última vez, a equipe médica encontrou novos pontos de câncer em Covas, que desde 2019 foi diagnosticado com a doença no trato digestivo. No dia 21 de abril, os médicos informaram que o prefeito apresentou também acúmulo de líquidos nos pulmões e no fígado.

No dia 16 de abril, o prefeito também usou as redes sociais para comentar o boletim médico em que foi revelado que ele apresenta novos pontos de câncer no fígado e nos ossos.

“Abaixar a cabeça!? De jeito nenhum. Vou seguir lutando. Ainda tenho muito trabalho a fazer. Obrigado a todos pelo carinho de sempre. Rezas, orações, pensamentos positivos que recebo de todos os cantos me fazem mais forte nessa batalha. #forçafocoefé”, escreveu Covas, no Instagram.

 

CNN Brasil