
A
crença de que o número de infecções por aids aumenta no carnaval é mito
– pelo menos em Niterói e em outros seis municípios da região
metropolitana da capital fluminense. A constatação faz parte de uma
pesquisa desenvolvida por médicos da Universidade Federal Fluminense
(UFF), lançada hoje (26), que analisou durante seis anos a distribuição
temporal de demanda e positividade de testes sorológicos anti-HIV no
Laboratório Central de Saúde Pública Miguelote Viana, de Niterói.
O laboratório faz cerca de 1.150 exames por mês e é referência no
diagnóstico sorológico para todas as unidades de saúde da rede pública
da cidade e dos municípios de São Gonçalo, Itaboraí, Maricá, Rio Bonito,
Tanguá e Silva Jardim.
O estudo avaliou a sazonalidade existente entre o número de pedidos
de exames e os resultados positivos encontrados em todos os meses do
ano, de janeiro de 2005 a dezembro de 2010.
Nenhum comentário:
Postar um comentário