Da Folha de S. Paulo de hoje:
O jornal conta ainda ainda, resumidamente, a história política do deputado-candidato:
CRONOLOGIA
1948 – RIO DE JANEIRO: Filho do então deputado
federal Aluizio Alves (UDN), Henrique Eduardo Alves nasce no Rio de
Janeiro, onde seu pai exercia o seu mandato, em 9.dez.1948
1960 – PAI GOVERNADOR: Aluizio Alves (foto) adere ao
PSD e se elege governador. Em 1966, é eleito deputado federal pela
Arena e vai para Brasília, onde Henrique começa a cursar direito
1969 – COMEÇO DA CARREIRA: Adversários de Aluizio na
Arena convencem os militares a cassá-lo em 1969. Henrique se filia ao
MDB de Ulysses Guimarães e é eleito deputado federal em 1970
1980 – COM TANCREDO: É reeleito à Câmara em 1974 e
1978. Com o fim do bipartidarismo, em 1979, toda a sua família troca o
PMDB pelo PP de Tancredo Neves. Em 1982, contudo, o PP se funde com o
PMDB, e todos voltam à legenda
1992 – DUAS DERROTAS: Reeleito em 1986, concorre à
eleição para prefeito de Natal em 1988, mas perde para Wilma de Faria
(PDT). Em 1992 disputa contra sua irmã Ana Catarina (PFL), mas os dois
perdem para Aldo Tinoco (PSB)
1995 – VICE: Na gestão de Itamar Franco (1992-1994),
seu pai volta a ocupar um ministério. Henrique Alves torna-se
vice-líder do PMDB na Câmara (1995-2001) e vice-presidente nacional do
PMDB (1996-1998)
2001 – SECRETÁRIO: De 2001 a 2002, Henrique Alves
deixa pela primeira vez a Câmara para ocupar o cargo de secretário de
Governo do Rio Grande do Norte, na gestão de seu primo, Garibaldi Alves
Filho (PMDB)
2002 – QUASE VICE DE SERRA Após declarações de sua
ex-mulher de que teria enviado US$ 15 milhões ao exterior, José Serra
(PSDB) rejeita seu nome para ser vice ao Planalto. Reelege-se deputado
2004 – ADESÃO A LULA: É um dos principais
articuladores da aliança entre PT e PMDB, selada em 2004 com a concessão
de ministérios do governo Lula aos peemedebistas
2012 – CHOQUE COM DILMA: Torna-se líder do PMDB na
Câmara em 2007. Em 2012, articula a aprovação das propostas dos
ruralistas para o Código Florestal, vetado parcialmente por Dilma
*
E na coluna Painel, de Vera Magalhães:



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