O deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) terminou a semana menor do que começou. O equívoco assumido no uso do avião da FAB e o mistério em torno do roubo de R$ 100 mil em espécie na maleta de um assessor arranharam a imagem do político operante e eficiente que o parlamentar vinha construindo desde a eleição para presidente da Câmara dos Deputados.
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