Laudo expedido pelo
Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) de Natal aponta que a
causa da morte do arquiteto Petrônio Ulisses Costa, 27, cujo corpo foi
encontrado na última sexta-feira (7) numa lagoa localizada no município
de Poço Branco, foi morto por "constrição no pescoço" (esganadora), que
impede a respiração. A perícia confirmou o que a polícia já desconfiava,
que o arquiteto foi enforcado manualmente até a morte.
O médico-legal Abelardo Rangel, do Itep, entregou o resultado do laudo
cadavérico à Polícia Civil, responsável por investigar o crime.
"Não
dá pra dizer com que ele foi enforcado, pois o corpo estava em avançado
estado de putrefação. Mas é muito provável que tenha sofrido uma
esganadura", disse o médico-legista em entrevista à imprensa da capital.
O
laudo definitivo contendo todos os detalhes da causa-morte ainda não
está concluído. "Estamos aguardando alguns exames complementares que
podem apontar se houve ingestão de alguma substância química",
explicou.
Quando o corpo foi encontrado a Polícia Militar
informou que havia marcas de tiros na cabeça, mas o legista negou que a
vítima tenha sido assassinada a tiros.
O mossoroense
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